I Ciclo de Conferências em Artes e Educação: com Mestre Alcides e Mariposa

No dia 20 de setembro (quinta-feira), acontecerá o quarto encontro do “I Ciclo de Conferências em Artes e Educação: a lei 11.645/08 – Perspectivas Indígenas e Afro-brasileiras”, com a participação de Maria José Menezes (Núcleo da Consciência Negra da USP), Allan da Rosa (FE/USP), Érica Mariposa (EMEF Desembargador Amorim Lima) e Mestre Alcides de Lima (CEACA/SP) discutindo o tema “Pedagoginga e as rodas na escola”.

A entrada é franca, com retirada de senha a partir das 18h30. O auditório Lupe Cotrim está localizado no prédio central da ECA/USP (avenida Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443 – Cidade Universitária).

O evento será transmitido ao vivo pelo IPTV-USP. Link para acesso: https://iptv.usp.br/portal/transmission.action?idItem=39233

— com Maria José Menezes.

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O saber espiralado e a história de Mestre Alcides de Lima Tserewaptu

Este registro audiovisual foi realizado por ocasião da Apresentação de Dissertação de Mestrado de Roberta Navas Battistella, intitulada “O saber espiralado: a história de Mestre Alcides de Lima Tserewaptu e a proposta por uma produção partilhada do conhecimento”, sob a orientação do Prof. Dr. Sérgio Bairon Blanco Sant’Anna, ocorrida em 05/12/2017. O objetivo central do trabalho concentra-se no encontro entre as temáticas da história de vida e da produção partilhada do conhecimento, no sentido de compreender o saber que detém Mestre Alcides de Lima Tserewaptu e suas implicações com a expansão da cultura afro-brasileira de tradição oral. Relata a história de vida de Alcides de Lima, desde a sua condição de migrante de Minas Gerais em sua chegada ao município de São Paulo; até suas atividades atuais como membro da Comissão Nacional dos Mestres Griôs, reúne um rico conjunto de atividades e lutas voltadas ao reconhecimento da cultura oral como um saber que precisa ser legitimado pelo Estado brasileiro.

Ao longo desta trajetória, há uma construção de redes de saberes que abrigam a preservação da memória, o envolvimento com comunidades culturais afrodescendentes (Coroação de Reis Congo, o Jongo etc.), o ensino de capoeira e dos saberes orais no contexto escolar. A tradição vivida e constituída por Mestre Alcides no cotidiano transpõe os níveis institucionais do universo da educação e do ensino.

BATTISTELLA, Roberta Navas. O saber espiralado: a história de Mestre Alcides de Lima Tserewaptu e a proposta por uma produção partilhada do conhecimento, Dissertação de Mestrado, sob a orientação do Prof. Dr. Sérgio Bairon Blanco Sant’Anna, ocorrida em 05/12/2017. Acesse o arquivo em pdf: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8161/tde-04072018-131014/publico/2018_RobertaNavasBattistella_VCorr.pdf

 

 

Fonte: http://www.snh2015.anpuh.org/resources/anais/39/1434414879_ARQUIVO_ARTIGO_Roberta_Navas_15_06_2015_FINAL.pdf

Mestre Durval do Coco e a Pedagogia Griô: memória

Em 2013, o Curso Pedagogia Griô e Produção Partilhada do Conhecimento (USP) recebeu o Mestre Durval do CEACA. Após uma bela preparação e reverências aos Mestres da Cultura Oral, realizada por Rodrigo Pança, Márcio Caires e Lillian Pacheco, os participantes compreenderam que a cultura oral somente pode ser apreendida por meio de vivências orientadas pelos próprios Mestres Griôs. Fica aqui também nosso reconhecimento em relação à intermediação que a Pedagogia Griô realiza, como uma forma de vida que integra a tradição oral, a formação cidadã e a educação! A Pedagogia Griô foi desenvolvida pelo grupo “Grãos de Luz e Griô” (Lillian Pacheco e Marcio Caires), com a participação de Everaldo Cândido e Neander Heringer (Nina Griô), Henri Durand (Acervo das Tradições) e Mestre Alcides Lima (CEACA) e de todos os presentes!

Assista o Audiovisual publicado em 3 de abril de 2013 pelo CEDIPP – DIVERSITAS FFLCH – ECA / USP

 

 

A Universidade e a Pedagogia Griô

A reportagem foi publicada na TV USP em 17 de junho de 2015. Discute a relação entre o meio universitário e as culturas tradicionais e descobre que ela pode se dar para além da dualidade pesquisadores-pesquisados. A partir da Pedagogia Griô e sua concepção de diálogo entre a tradição escrita e a tradição oral, verificamos como a USP e as culturas tradicionais se relacionam.

A reportagem se inspirou na edição número 3 da Revista Diversitas, publicada pelo Núcleo de Estudos das Diversidades, Intolerâncias e Conflitos, da USP, que teve como tema a Pedagogia Griô. Foram entrevistados:

– Líllian Pacheco, criadora da Pedagogia Griô;
– Zilda Iokoi, historiadora e coordenadora do Núcleo Diversitas;
– Mestre Alcides de Lima (Tserewaptu), mestre de capoeira e da tradição oral, funcionário aposentado da USP;
– Roberta Battistella, pesquisadora de cultura oral;
– Ana Carolina Francischette, historiadora.

 

 

Revista Diversitas, São Paulo, ano 2, n. 3, set.2014, mar.2015. Baixe o pdf > aqui.

Apresentação na Teia da Diversidade: Memória

Registro de Audiovisual compartilhado por Mestre Alcides de Lima, apresentação na Rádio Amnésia, Teia da Diversidade, UFRN – Natal/RN, maio de 2014.

Contou com a presença de Mãe Lucia de Oyá, Bete de Oxum, Mestre Alcides de Lima, Mestre Marquinhos Simplício, Mestre Chico, Lilian Pacheco, Darlan, Edison Luís dos Santos, entre outros.