Coletivo feminino para tocar berimbau…tem que ter berimbau.

E as minas foram para cima… construir o seu próprio berimbau com as suas escolhas, com o seu axé e no seu tempo.

Tempo que a gente cria para desfrutar mais da vida, da música, do construir e das amizades. Agora, tempo gingado na cadência do berimbau.

Agradecendo especialmente ao Prof Tuca e Isla, da Casa de Zungu Capoeira Angola, pelo tempo de ensinar e compartilhar.

Berimbau mulher resistência ancestral.

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Roda na Praça Elis Regina: participe!

Desde 2016, sempre no terceiro domingo de cada mês, o CEACA participa de uma roda de capoeira, na Praça Elis Regina (Butantã).

A roda acontece depois de uma vivência musical, com a participação de quem estiver passando pela praça… Todos podem fazer parte da roda, mesmo que não tenha experiência com a prática da Capoeira.

E a roda, além de ser positiva para a comunidade, agrega grupos locais de capoeira, músicos e cantadores da região. São parceiros do projeto o coletivo SapéCapoeira, Grupo Água de Menino – Mestre Kenura, Espaço Pé de Baraúna e o CEACA Butantã.

Mestre Durval do Coco e a Pedagogia Griô: memória

Em 2013, o Curso Pedagogia Griô e Produção Partilhada do Conhecimento (USP) recebeu o Mestre Durval do CEACA. Após uma bela preparação e reverências aos Mestres da Cultura Oral, realizada por Rodrigo Pança, Márcio Caires e Lillian Pacheco, os participantes compreenderam que a cultura oral somente pode ser apreendida por meio de vivências orientadas pelos próprios Mestres Griôs. Fica aqui também nosso reconhecimento em relação à intermediação que a Pedagogia Griô realiza, como uma forma de vida que integra a tradição oral, a formação cidadã e a educação! A Pedagogia Griô foi desenvolvida pelo grupo “Grãos de Luz e Griô” (Lillian Pacheco e Marcio Caires), com a participação de Everaldo Cândido e Neander Heringer (Nina Griô), Henri Durand (Acervo das Tradições) e Mestre Alcides Lima (CEACA) e de todos os presentes!

Assista o Audiovisual publicado em 3 de abril de 2013 pelo CEDIPP – DIVERSITAS FFLCH – ECA / USP

 

 

Roda de Maculelê na Praça Elis Regina com o Coletivo Rumpilê Maculelê.

quem tem roupa vai à missa

quem não tem faz como eu…

 

Bora povo…

Bater MACULELÊ.

Domingo, 13/08/2017 às 11h.

Asè.

maculele na praca flyer

Mestres do saber: multimídia e oralidade

Oficina de Audiovisual – Edição de Imagens e Vídeos – realizada no dia 08 de abril de 2017, das 10h à 15hs, na Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP); foi ministrada pelo Prof. Dr. Almir Almas, do Departamento de Cinema, Rádio e Televisão (CTR), que ofereceu ajuda, suporte e instruções em regime de produção partilhada de saberes. Contou com a participação de Mestre Alcides de Lima, Mestre Dorival dos Santos, Katiane Mattge, professor Valter José de Souza, Rogério dos Santos Ribeiro, Edison Luís dos Santos, Lucas Pereira Tobias, Guilherme da Silva Linhares, Roberta Navas Battistella, Marcela Santana, Felipe Maximo de Brito e Rafael Massaro Imajó.
Apresentamos aqui um dos vídeos produzidos na Oficina de Edição de Audiovisual, de autoria de Felipe Maximo de Brito (Cabelo)

E dá-lhe coco…

CONAN2016 AMORIM LIMA;CEACA 096

Mestre Durval do Coco

Assista o vídeo, clique no link Mestre Durval do Coco

Mestre Durval do Coco ensina como se tira coco ligeiro na escola EMEF Des Amorim Lima, com o CEACA.

É muito axé !!!

 

Mestre Alcides fala da relação entre Capoeira e Candomblé

Uma roda de conversa com Mestre Alcides de Lima é sempre um momento precioso para extrair partículas de sabedoria sobre a vida, o imaginário e os valores simbólicos que alimentam a cultura de tradição oral. O sagrado está em toda a parte!

Neste breve vídeo que disponibilizamos, Mestre Alcides de Lima fala das relações transversais entre a Capoeira e o Candomblé no Brasil, destacando como a música e os toques (pontos) migram de um lugar para outro, de modo que nem nos damos conta do quanto somos tributários da rica cultura afro-brasileira que herdamos de nossos ancestrais.

A música “Marinheiro Só” já foi interpretada por muita gente: Clementina de Jesus, Clara Nunes, Marisa Monte, Maria Bethânia, Caetano Veloso entre outros; além de “ponto de Candomblé”, é uma das canções mais populares entre os praticantes da Capoeira, presente também em festas infantis. Pertence ao patrimônio das culturas de tradição oral.

 

Marinheiro Só

Eu não sou daqui, Marinheiro só

Eu não tenho amor, Marinheiro só

Eu sou da Bahia, Marinheiro só

De São Salvador, Marinheiro só

Lá vem, lá vem, Marinheiro só

Como ele vem faceiro, Marinheiro só

Todo de branco, Marinheiro só

Com seu bonezinho, Marinheiro só

Ô, marinheiro, marinheiro, Marinheiro só

Ô, quem te ensinou a nadar, Marinheiro só

Ou foi o tombo do navio, Marinheiro só

Ou foi o balanço do mar, Marinheiro só